lunes, 25 de junio de 2012

Retratos no fundo do mar

O fotógrafo Brian Skerry arrisca a vida nadando ao lado de algumas das criaturas mais perigosas do mar, como baleias gigantes, arraias com agulhões venenosos e tubarões conhecidos como "devoradores de humanos".
Skerry, de 50 anos, diz ser "um explorador do oceano" e ter se sentido atraído pelo ambiente marinho desde adolescente. Ele comprou a primeira câmera submarina aos 15 anos.
"A fotografia submarina é muito desafiadora, porque você não pode usar uma lente telescópica, precisa chegar muito perto de seus objetos, a luz é complicada e você está trabalhando em um ambiente desconhecido", explica.
Skerry diz acreditar que a maioria dos animais que fotografa tem "curiosidade" sobre ele. "O animal permite que você chegue muito perto dele, tolera você. Espero que eu não dê uma impressão intimidadora."
O fotógrafo americano chega a passar até três meses em um local, explorando e fotografando diversas espécies marinhas. Ele diz sentir um "medo saudável" dos animais e pesquisar sobre seu comportamento antes dos mergulhos.


O fotógrafo Brian Skerry arrisca a vida nadando ao lado de algumas das criaturas mais perigosas do mar, desde baleias gigantes a tubarões. Acima, uma arraia de cauda curta, cujo agulhão de até 30 centímetros pode causar ferimentos graves em humanos. Foto: Brian Skerry/Nat Geo Stock/Caters


 Skerry, de 50 anos, diz ser "um explorador do oceano" e ter se sentido atraído pelo ambiente marinho desde os 13 anos de idade. Na foto, ele nada em um recife de corais. Foto: Brian Skerry/Nat Geo Stock/Caters


 "A fotografia submarina é muito desafiadora, porque você não pode usar uma lente telescópica, precisa chegar muito perto de seus objetos, a luz é complicada e você está trabalhando em um ambiente desconhecido", diz. Foto: Brian Skerry/Nat Geo Stock/Caters


 Ele já fotografou predadores como o tubarão galha-branca-oceânico da imagem acima, que pode medir até 4 metros de comprimento e é um dos que mais ataca humanos. Foto: Brian Skerry/Nat Geo Stock/Caters


Skerry diz acreditar que a maioria dos animais que fotografa tem "curiosidade" sobre ele. "O animal permite que você chegue muito perto dele, tolera você", diz. "Espero que eu não dê uma impressão intimidadora." Foto: Brian Skerry/Nat Geo Stock/Caters


"O oceano é como um caleidoscópio gigante, está sempre mudando", diz Skerry, que viaja por diversos países fazendo fotos. Acima, um peixe budião lima a pele de um peixe-mariposa. Foto: Brian Skerry/Nat Geo Stock/Caters


O fotógrafo americano chega a passar até três meses em um local, explorando e fotografando diversas espécies marinhas. A imagem mostra um peixe-boi da Flórida. Os peixes de aglomeram para comer algas presas no corpo dele. Foto: Brian Skerry/Nat Geo Stock/Caters


O tubarão bico-fino, um dos mais comuns em Fernando de Noronha, é fotografado nas Bahamas. Skerry diz sentir um "medo saudável" dos animais e pesquisar sobre seu comportamento antes dos mergulhos. Foto: Brian Skerry/Nat Geo Stock/Caters

 
"Há outros perigos, o equipamento pode quebrar ou você pode perder de vista o seu buraco de saída quando está mergulhando sob o gelo no Ártico." Acima, uma baleia-franca-austral é fotografada na Nova Zelândia. Foto: Brian Skerry/Nat Geo Stock/Caters


Em seu livro "Ocean soul" (Alma oceânica, em tradução livre), Skerry conta suas experiências e descobertas em 35 anos de exploração submarina. Acima, um peixe-palhaço dentro de uma anêmona, no Japão. Foto: Brian Skerry/Nat Geo Stock/Caters

Fonte: BBC Brasil
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