jueves, 12 de julio de 2012

Cristais do arco-íris

Um fotógrafo se juntou a uma equipe de exploradores e registrou imagens impressionantes do interior de uma caverna remota na Ucrânia.
Em março deste ano, o fotógrafo Oleg Grigorev, 33 anos, desceu mais de 12 metros junto com a equipe levando, além da câmera, uma pequena bolsa com suprimentos.
A caverna explorada pela equipe foi a Mlynki, na região de Ternopil, conhecida pelos cristais coloridos de gipsita que cobrem suas paredes e brilham com a luz.
O fotógrafo desceu com a ajuda de cordas pelas passagens estreitas junto com os exploradores. Em seguida, eles passaram horas se movendo pelo labirinto de passagens estreitas.
"Para chegar à base (dentro da caverna) onde íamos passar a noite, tivemos que rastejar por horas", disse.
"Foi muito difícil (...). Havia buracos profundos, grandes salões, galerias, morcegos, poeira, belos cristais no nosso caminho. E nós estávamos com sede."
"Mas valeu a pena. É muito difícil descrever minhas primeiras impressões da caverna e é impossível traduzir a beleza da caverna em palavras", afirmou Oleg.
O fotógrafo afirma que é impossível também fazer uma foto que consiga capturar toda a beleza do local, e é preciso "ver a caverna pessoalmente para perceber como é bonita".
"À luz de velas, os cristais são coloridos como um arco-íris, parecia que eu estava vendo o nascer do sol em Marte."
Todos tiveram que tomar cuidado para não tocar os cristais de gipsita que cobrem as paredes, pois, um contato leve pode contaminar os cristais com um fungo que pode destruir as formações minerais.


Um fotógrafo se juntou a uma equipe de exploradores e registrou imagens impressionantes do interior de uma caverna remota na Ucrânia. Foto: Caters


Em março deste ano, o fotógrafo Oleg Grigorev desceu mais de 12 metros junto com a equipe levando, além da câmera, uma pequena bolsa com suprimentos. Foto: Caters


A caverna explorada pela equipe foi a Mlynki, na região de Ternopil, conhecida pelos cristais coloridos de gipsita que cobrem suas paredes e brilham com a luz. Foto: Caters


Todos tiveram que tomar cuidado para não tocar os cristais de gipsita que cobrem as paredes. Um contato pode contaminar os cristais com um fungo que pode destruir as formações. Foto: Caters


O fotógrafo desceu com a ajuda de cordas pelas passagens estreitas junto com os exploradores. Em seguida, eles passaram horas se movendo pelo labirinto de passagens estreitas. Foto: Caters


'Foi muito difícil (...). Havia buracos profundos, grandes salões, galerias, morcegos, poeira, belos cristais no nosso caminho. E nós estávamos com sede', disse Oleg. Foto: Caters


Depois de rastejar por horas, o fotógrafo conta que 'valeu a pena. É muito difícil descrever minhas primeiras impressões da caverna e é impossível traduzir a beleza da caverna em palavras'. Foto: Caters


O fotógrafo afirma que é impossível também fazer uma foto que consiga capturar toda a beleza do local, e é preciso 'ver a caverna pessoalmente'. Foto: Caters


As luzes levadas pelos exploradores criavam um efeito parecido com um conto de fadas quando eram refletidas pelos cristais de gipsita. Foto: Caters


Oleg conta que a impressão é que, dentro da caverna, a pessoa está em outro planeta. Foto: Caters


'À luz de velas, os cristais são coloridos como um arco-íris, parecia que eu estava vendo o nascer do sol em Marte', disse o fotógrafo. Foto: Caters

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