miércoles, 29 de febrero de 2012

Tubarões de perto.


O fotógrafo e engenheiro marítimo Klaus Jost mergulha há anos ao lado de tubarões, em várias partes do mundo, e vê os temidos animais como companheiros de trabalho.
"Ao todo, passei milhares de horas debaixo d'água. Sempre houve tubarões, mas nunca tive problemas com eles. Esses temidos habitantes dos oceanos não têm nada de comedores de homens e monstros agressivos. Na verdade, poucos dos 460 tipos de tubarão descobertos até agora representam uma ameaça para humanos", diz ele.
O interesse pelos animais começou quando ele trabalhava como engenheiro na construção de grandes portos ao redor do mundo, em lugares como Kuwait, Paquistão, Costa do Marfim, África do Sul, Egito e Guiné.
"Tubarões são fantásticos. Se você já viu um tubarão debaixo d'água, nunca vai esquecê-lo", disse Jost à BBC Brasil.
Desde 2001, Jost passou a se dedicar à fotografia de natureza e submarina. Seu objetivo é documentar espécies de tubarão ameaçadas de extinção e chamar atenção para a caça dos animais.
"A exportação de barbatana de tubarão (usada em sopas, na China) para o Oriente vem aumentando. O pior é que os tubarões são pegos, suas barbatanas, cortadas, e eles são jogados de volta no mar ainda vivos, para morrerem de forma terrível."
Mais informações e fotos em Clique http://www.jostimages.com/


O fotógrafo e engenheiro marítimo Klaus Jost mergulha há anos ao lado de tubarões. Nesta foto, o tubarão-touro que ele apelidou de "vovó", devido a sua natureza dócil e relaxada. Foto: Klaus Jost



Jost já fotografou tubarões em várias partes do mundo, e vê os temidos animais como companheiros de trabalho. Foto: Klaus Jost



"Ao todo, passei milhares de horas debaixo d'água. Sempre houve tubarões, mas nunca tive problemas com eles", conta Jost. Foto: Klaus Jost



"Esses temidos habitantes dos oceanos não têm nada de comedores de homens e monstros agressivos. Na verdade, muitos poucos dos 460 tipos de tubarão descobertos até agora representam uma ameaça para humanos", diz ele. Foto: Klaus Jost



O interesse pelos animais começou quando Jost trabalhava na construção de grandes portos ao redor do mundo, em lugares como Kuwait, Paquistão, Costa do Marfim, África do Sul, Egito e Guiné. Foto: Klaus Jost



Nesta foto, dois tubarões galha-branca, o tipo mais comum encontrado nos corais do Indo-Pacífico. Foto: Klaus Jost



O grande tubarão-branco tem a fama de ser o mais feroz dos tubarões. A espécie está ameaçada de extinção. Na foto, um espécime jovem. Foto: Klaus Jost



Jost descreve esta foto, tirada na costa sul-africana, como "o ponto-de-vista de uma foca". Foto: Klaus Jost



"A exportação de barbatana de tubarão (usada em sopas, na China) para o Oriente vem aumentando. O pior é que os tubarões são pegos, suas barbatanas, cortadas, e eles são jogados de volta no mar ainda vivos, para morrerem de forma terrível." Foto: Klaus Jost



O tubarão-touro, assim como o tubarão-branco e o tubarão-tigre, pertence à categoria dos tubarões "perigosos". Uma peculiaridade do tubarão-touro é que ele também pode viver em água doce. Foto: Klaus Jost



"Tubarões são fantásticos. Se você já viu um tubarão debaixo d'água, nunca vai esquecê-lo", disse Jost à BBC Brasil. Na imagem, um tubarão gália preta. Foto: Klaus Jost



Desde 2001, Jost passou a se dedicar à fotografia de natureza e submarina. Seu objetivo é documentar espécies de tubarão ameaçadas de extinção e chamar atenção para a caça dos animais


Jost usa uma foca de neoprene batizada de Koekie para atrair tubarões. Foto: Klaus Jost



"Cada centímetro quadrado desta criatura incrível vibra com energia. É uma visão inesquecível", diz Jost. Foto: Klaus Jost



Atualmente, Jost viaja entre três e cinco vezes por ano para fotografar tubarões ao redor do mundo.

Fonte: BBC Brasil

martes, 28 de febrero de 2012

Bonne soirée pic D'Anie


Fotografía de Hartza

Presente y pasado


Fotografía de Palacios

Los mares de Arabia


Los poetas loan sus tesoros. Los explotadores los agotan. 

 Y ahora los activistas intentan preservarlos.

Por Kennedy Warne
Fotografías de Thomas P. Peschak

Su rostro, curtido y bronceado, recordaba la cáscara de una nuez. Sus ojos, habituados a lidiar con la luz cegadora de Arabia, estaban entornados. El shamal soplaba desde el mar en rachas abrasadoras, venciendo incluso la resistencia de las palmeras datileras. «Es el viento de poniente –dijo con voz profunda–. Noto su calor.»
Tras él, la aldea de Film, incrustada en las montañas de la península omaní de Musandam, cintilaba como un brasero. Las cabras jadeaban a la sombra de las barcas colocadas boca abajo y de los muros de una mezquita. El mero hecho de respirar hacía que mis fosas nasales estuviesen a punto de entrar en combustión. El yemení Sami Alhaj, mi compañero de buceo, me dijo: «Bajo el agua, con los corales, tenemos un pedacito de cielo. Fuera de ella, con este viento, un pedacito de infierno».






En invierno los jóvenes tiburones ballena acuden al golfo de Tadjoura, frente a la árida costa de Djibouti, para alimentarse del plancton de sus nutritivas aguas. El pez más grande del mundo (pesa más que un elefante) se está convirtiendo en un símbolo del rico, pero apenas protegido, patrimonio marino de Arabia.















En las lonjas de pescado que hay a lo largo de la costa omaní, las capturas diarias se ponen en hielo y se cargan en camiones con destino a Dubai. Algunos científicos temen que la demanda asiática de aletas de tiburón diezme ciertas poblaciones locales, entre ellas las de tiburón martillo, tiburón toro y tiburón de puntas negras.














Fuente: National Geographic España

lunes, 27 de febrero de 2012

Rinocerontes: combatiendo la caza furtiva


La guerra del rinoceronte

Con un precio que rivaliza con el del oro en el mercado negro, el cuerno de rinoceronte es el motor de una batalla sangrienta entre furtivos.

Por Peter Gwin
Fotografías de Brent Stirton

El musculoso Damien, ex francotirador de las Fuerzas Especiales Australianas y dueño de una impresionante mezcla de tatuajes (entre ellos la leyenda Seek & Destroy, «Busca y Destruye», escrita en letras góticas sobre el pecho), inclinó la cabeza para tratar de localizar la procedencia del disparo. «Allí, cerca del límite oriental –dijo, señalando la oscuridad–. Ha sonado como una 223.» Tenía el hábito de identificar la posición y el calibre de un disparo después de sus 12 períodos de servicio en Iraq. Sus guardabosques y él recogieron las escopetas, las radios y los botiqui­nes y se subieron a dos Land Cruisers. Se adentraron rugiendo en la noche, con la esperanza de interceptar al furtivo. Bajaron las ventanillas por si se producía un segundo disparo, señal de que la cría de Basta también habría sido abatida.

































Fuente: National Geographic España

domingo, 26 de febrero de 2012

Amizades improváveis entre animais


O livro "Unlikely Friendships" (Amizades improváveis, na versão em português) mostra animais de espécies diferentes que foram flagrados em momentos de "amizade".
As 47 histórias compiladas pela escritora da National Geographic Jennifer S. Holland, especializada em ciência e história natural, mostram desde casos conhecidos, como o da gorila americana Koko e seu gato de estimação All Ball, até outros mais recentes.
A autora diz que, em alguns dos casos, o comportamento dos animais pode ser explicado pelos benefícios que eles ganham com a companhia de outras espécies.
Outros, no entanto, permanecem inexplicáveis, como a amizade entre um cachorro golden retriever e uma carpa chinesa, criados por um casal americano.
O livro pode ser comprado pela internet.


O livro "Unlikely Friendships" (Amizades improváveis, na versão em português) mostra animais de espécies diferentes que foram flagrados em momentos de "amizade". Acima, um macaco rhesus bebê e uma pomba dividiram a mesma jaula no centro de proteção animal de uma ilha chinesa, após serem encontrados por funcionários. Na jaula, eles dividiam alimentos e dormiam abraçados. Foto: CNImaging/Photoshot                                                                                                    


As 47 histórias foram compiladas pela escritora da National Geographic Jennifer S. Holland, especializada em ciência e história natural. Na foto acima, um cachorro da raça Leão da Rodésia parece fazer carinho em um filhote de porco vietnamita. Foto: Barcroft/Fame                                                                                                   


Casos bem documentados, como o da gorila Koko, também aparecem no livro. Koko, que nasceu em um zoológico nos EUA, é capaz de entender palavras em inglês e na língua de sinais. Em 1984, ela "pediu" um gato de estimação a sua treinadora Francine Patterson e ganhou All Ball, que aparece com a gorila na foto. Foto: © Ron Cohn/Gorilla Foundation/koko.org                                                                                                    


A cacatua Coco e o gato Lucky, adotados por um casal americano, se tornaram grandes amigos instantaneamente, de acordo com a autora. Vídeos de Coco acariciando o pelo do gato e das brincadeiras entre os dois fazem sucesso na internet. Foto: © Elizabeth Anne Sosbe                                                                                                    


A amizade entre dois tigres-de-sumatra gêmeos e dois orangotangos bebês começou quando eles dividiram o mesmo espaço no berçário de um zoológico na Indonésia. Rejeitados pelos pais, os quatro foram criados juntos e tiveram dificuldades de se acostumar com a separação, quando se tornaram jovens. Foto: © Associated Press                                                                                                    


O cachorro golden retriever Chino e a carpa chinesa Falstaff desenvolveram uma curiosidade mútua que logo se transformou em parceria, segundo seus donos, um casal do Oregon, nos Estados Unidos. Os dois se encontravam diariamente na beira do lago que o casal possuía em casa e tocavam seus focinhos. Foto: Bob Pennell/Mail Tribune                                                                                                    


Em alguns casos, de acordo com a autora, o comportamento dos animais pode ser explicado pelos benefícios que eles ganham com a companhia de outras espécies. Outros, no entanto, permanecem inexplicáveis. O livro pode ser comprado pela internet. Foto: © 2011 Jennifer Holland                                                                                                   

Fonte: BBC Brasil 
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